quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

The Voice US - 4ª temporada

Mal acabou a 3ª temporada do The Voice US (quem quiser saber quem foi o vencedor, clique aqui), e já foi lançado o promo da próxima, que começa em março de 2013. E vem mudança por aí: sai Christina Aguilera, entra Shakira; sai Cee Lo Green, entra Usher. Mas os fãs de Xtina e Cee Lo não precisam ficar tristes. Os dois irão voltar na 5ª temporada, que também será no ano que vem. 


Mudança de mentores aprovada?



Promo The Voice US 4th Season

The Voice US (4ª temporada):
25/março/2013.


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

X.O.X.O, Gossip Girl

CONTÉM (muitos) SPOILERS!


Após 6 temporadas, Gossip Girl tem seu último capítulo (New York, I Love You XOXO). Exibida aqui pelo canal Warner e depois pelo Glitz, a série começou em 2007, baseada na série de livros de Cecily von Ziegesar, e teve no total 121 episódios.

Tudo começou com a volta da “it girl” do Upper East Side, Serena Van der Woodsen (Blake Lively), para Nova York depois de um período em um colégio interno.  E a partir daí conhecemos seus amigos, inimigos e o resto dos personagens: Blair Waldorf (Leighton Meester), Chuck Bass (Ed Westwick), Nate Archibald (Chace Crawford), Dan Humpphrey (Penn Badgley) etc.

A 6ª e última temporada foi muito curta, com apenas 10 capítulos. Começou com todos os integrantes do Upper East Side se juntando para encontrar Serena, que sumiu do mapa mais uma vez. Nem a Gossip Girl consegue descobrir onde ela está. Nesse mesmo tempo, Blair dá de vez seu coração a Chuck, mas os dois ainda estão naquela de que só podem ficar juntos quando Chuck conseguir seu império de volta, e derrotar Bart Bass (o que dura a temporada toda, até a morte dele). Dan escreveu um livro novo, o que vai trazer mais problemas ainda do que o anterior, e agora tem uma “aliada”: Georgina Sparks (Michelle Trachtenberg), que grudou de vez no “lonely boy”. Só que agora Dan não quer mais o anonimato, e manda seus textos para revistas conhecidas como Vanity Fair, e até para o NY Spectator. Nate está determinado a descobrir quem é a Gossip Girl, e Lily e Rufus passam a temporada sem se falar, e brigando, etc.

Mas vamos ao mais importante: o último episódio da série.

O capítulo começa quase com um “previously on Gossip Girl”, mostrando alguns dos melhores momentos da série. Depois, relembrando os velhos tempos, quase um flashback, nossos personagens preferidos fazem um último esquema para poder ajudar no casamento escondido de Chuck e Blair. Serena decide voltar para NY ao ler o que Dan escreveu sobre ela, e resolve conversar com ele sobre o que é verdade ou não. Obviamente os dois se resolvem. Chuck pede Blair em casamento, por ideia de Jack Bass, que está de volta para esse último episódio.  Assim, ela não precisa testemunhar no caso da morte de Bart Bass (agora sim ele morreu). Ivy descobre que William não está apaixonado por ela, nem nunca esteve. Tudo que ele queria era conseguir Lily de volta. Depois de tudo resolvido, Chuck e Blair conseguem se casar, ninguém é preso, e o episódio na verdade é muito rápido. O episódio também tem uma participação especial de Kristen Bell (a narradora da Gossip Girl na verdade), e Rachel Bilson, numa tentativa cômica, só que não.

O grande momento do capítulo, que acho que era o mais esperado por todos é a revelação da identidade da Gossip Girl. Se preparem: Dan Humphrey. Ele sempre quis entrar no mundo de Serena, Nate, Chuck e Blair, e essa foi a forma que ele conseguiu, escrevendo sobre eles, criando o site da Gossip Girl, e tendo sempre Serena como sua musa. BTW, Jenny sempre soube disso. Não sei ainda se gostei do Dan como sendo a Gossip Girl, na verdade sempre achei que era a Georgina, mas... vocês roteiristas que sabem né.

Esperava mais desse capítulo, acho que poderiam ter esticado mais as explicações em outros episódios, ficou tudo meio jogado. William tenta conseguir Lily de volta, e não mostra mais nenhuma conversa entre eles dois. Só mostra já 5 anos depois, Lily com William (que eu não gostei nem um pouco, sempre achei que ela devia ficar com Rufus, que termina com Lisa Loeb), na casa de Blair, no casamento de Serena e Dan (sim, eles finalmente ficam juntos). E aparecem, só pra dar um adeusinho né, Eric e Jenny (minha preferida de tooooodos, depois da Blair, claro), Vanessa, Agnes, Juliet e Lola.

Pra matar saudade:


Os vestidos ma-ra-vi-lho-sos de Serena e Blair no último capítulo:




XOXO, vamos ficar com muiiiitas saudades.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A final do The Voice Brasil


Quem perdeu a final do The Voice Brasil ontem (domingo, 16), perdeu um super show. Apesar da vitória de Ellen Oléria ter sido previsível (quem não sabia que ela ia ganhar ou é surdo ou não viu nenhum episódio do programa), a disputa entre as candidatas foi apertada.


A final foi dividida em duas etapas: na primeira, os oito candidatos restantes se apresentaram e cada jurado escolheu uma para a última etapa. Depois, as quatro escolhidas cantaram novamente, e foi a vez do público de votar na sua favorita.

Primeira etapa:
Time Lulu Santos
Maria Christina (A Namorada) X Késia Estácio (Sinais de Fogo)
Não achei que foi uma boa escolha de música pela Késia, ela não conseguiu mostrar todo o potencial como vinha fazendo a cada apresentação. E Maria Christina, desde o início minha preferida, conseguiu ir pra final. Sempre gostei dela porque ela não força pra cantar, tem uma ótima voz, e canta bem simples e alegre. Adorei todas as suas apresentações, e essa foi mais uma delas.

Time Daniel
Liah Soares (Para Ser Sincero) X Danilo Dyba (Te Vivo)
Achei que a apresentação do Danilo deixou a desejar dessa vez. Não escondo que no time do Daniel sempre torci para ele. Mesmo sendo sertanejo, que eu detesto, eu sempre me divertia muito com as apresentações. Acabou que Liah foi para a final. Mas vamos ser sinceros? Ela nunca teve chance de vencer o The Voice né.

Time Claudia Leitte
Thalita Pertuzatti (Quem de Nós Dois) X Ju Moraes (A Menina Dança)
A energia que a Ju Moraes passava nas suas apresentações teve seu auge nessa semi final. Pra mim foi uma das suas melhores interpretações, e que garantiu um lugar na final. Thalita, não deu né? Não gostei nada da versão da música da Ana Carolina, forçou demais.

Time Carlinhos Brown
Ludmillah Anjos (O Canto da Cidade) X Ellen Oléria (Anunciação)
Se o Carlinhos Brown escolhesse a Ludmillah, como fez em várias rodadas anteriores, ia ter um motim do público desse programa. Não tinha como ela ganhar da Ellen. Além de ter forçado, como sempre, na interação com o público (esse "Páááh" é muito chato!), quis fazer uma super performance, que mesmo assim assim não tinha chances contra a presença que Ellen tem no palco. E sem forçar! Ludmillah só acertou (finalmente!) na roupa.

A segunda etapa todo mundo sabia que ia ser uma briga feia né. Todas contra todas, e só dependia do público.

Segunda etapa:
Time Lulu Santos
Maria Christina deu sua última cara a tapa, e cantou Eu Comi a Madonna. Infelizmente não foi sua melhor performance, mas mesmo assim torci muito pra ela. Gostei de como ela se mostrou ao longo do programa, sempre escolhendo músicas que a representassem de uma certa forma, pegou um ideal e levou com ela até sua última apresentação. A gente fica esperando sair um CD!

Time Daniel
Liah cantou Tente Outra Vez, e eu particularmente não gostei da apresentação. Na verdade, a única performance dela que eu gostei foi a de Asa Branca. Mais uma vez eu digo: não tinha chances nessa final.

Time Claudia Leitte
Com Verdade, Ju Moraes não fez uma apresentação aos pés do que fez na semi final. Foi bem inferior, e mesmo com uma boa popularidade, não conseguiu vencer o The Voice.

Time Carlinhos Brown
Todos sabiam que Ellen ia entrar pra "matar" né? E foi exatamente o que ela fez. Escolheu muito bem ao cantar Taj Mahal/Cristo e Oxalá, e levantou o público. Desde o início do programa cantou com segurança, e sem forçar gritos e exageros, já que tem uma voz poderosa por natureza. E com 39% dos votos, de fato foi uma vitória merecida e justa.

O prêmio da ganhadora foi um contrato com a Universal Music e R$500 mil. Além disso, Ellen vai se apresentar na festa de Reveillón do Copacabana Palace. Chique, não?

E agora que o The Voice Brasil acabou, do que vocês vão sentir mais falta? Eu vou sentir falta dos looks incríveis de Claudia Leitte. Veja os melhores:








Fonte: Revista Claudia

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Avril Lavigne faz cover de Nickelback

Avril Lavigne
A cantora Avril Lavigne decidiu regravar a música How You Remind Me, do Nickelback, banda do seu noivo (ainda chocada com isso). A música ficou totalmente diferente da original, muito mais leve.
O cover estará na trilha sonora da animação japonesa One Piece Film: Z.

Em agosto, o vocalista do Nickelback, Chad Kroeger, pediu a cantora em casamento com um anel de diamantes.

O que acharam? 






terça-feira, 27 de novembro de 2012

Creed no RJ


Dia 23, sexta feira, o Creed se apresentou pela 1ª vez no Rio de Janeiro. O show foi no Citibank Hall, às 22h, e a banda não atrasou a entrada (adoooro quando rola uma consideração com o público).

Falando em público, era uma galera que eu não estou acostumada (sim!), pois geralmente o povo é bem jovem nos shows que eu vou. Mas por ser uma banda antiga (e não to chamando eles de velhos ok?), de 1995, o pessoal era mais velho, e até que isso foi ótimo: sem empurra-empurra, sem muito poser, nenhuma confusão...

Mas vamos ao que interessa: o show. Meu ingresso estava comprado há meses! O Creed é uma das bandas que eu sempre tive vontade de ver (e já risquei dessa lista outras, faltando agora só o Nickelback), e o show me surpreendeu demais. O público era bem fã mesmo, e cantou todas as músicas, e acendeu isqueiro (sim! Nada de câmeras digitais fingindo ser o clássico foguinho hahaha). A banda ao vivo é sensacional, parecia que estava escutando os CDs. Dava pra ouvir o som bem claro, e o vocal do Scott Stapp faz jus total, eu adoro a voz diferente que ele tem. A presença de palco também foi muito boa, e eu só conseguia lembrar do Stacee Jaxx (Rock of Ages), com muitas batidas de cabelo, e uma performance muito rock-sexy (eu achei tá!). Os dois guitarristas Mark Tremonti (em particular, o que eu mais gostei, fez solos muito bons, e a galera surtando!) e Eric Friedman... Só elogios!

O setlist também não desagradou, mas podia ter tido duas músicas a mais, que senti falta, que são “Don’t Stop Dancing”, e “Inside Us All”.


O show começou com “Are You Ready?”, e a banda mostrou exatamente o que veio fazer: mostrar um rock que hoje vemos raramente nos grupos atuais. Minhas preferidas foram “A Thousand Faces”, “Say I” e “What’s Life For” (com o público cantando junto as partes finais, foi bem emocionante). E pra fechar, o Creed relembrou seus clássicos: “Higher”, With Arms Wide Open” (música escrita para seu 1º filho, Jagger, do 1º casamento), “One Last Breath” e por último “My Sacrifice”, que começou com Scott colocando o público para cantar sem nenhum acompanhamento, e fiquei super arrepiada.


O show foi muito profissional, de puro rock, e valeu o tempo de espera de anos para ver o Creed.

Setlist

Are You Ready?
Torn
Wrong Way
What If
Unforgiven
My Own Prison
A Thousand Faces
Bullets
Say I
Faceless Man
What's This Life For?
One
Higher

Encore:
With Arms Wide Open
One Last Breath
My Sacrifice


Ah, preciso fazer PS's:
- eu AMO as músicas do Creed, as letras são lindas, com muito sentimento e significados, maaaas é muito rock religioso (não é uma crítica, antes que vocês me julguem, é só um comentário);
- e o Scott é muiiiito pastor no palco, desculpem, mas é verdade. 

domingo, 18 de novembro de 2012

No Tablado: Alô, Dolly!



Remake do clássico da BroadwayHello, Dolly! está em cartaz no Teatro Oi Casa Grande. A novidade da peça é o encontro de Miguel Falabella, com a direção do espetáculo, e Marília Pêra como protagonista da versão brasileira.

E convenhamos que se formos lembrar a idade desta senhora ela está numa atuação muito boa. 

Pontos positivos? Sim, claro os cenários de Renato Theobaldo e Beto Rolnik simplesmente fantástico e literalmente você volta há 1890, época em que a peça é contada.

Pontos negativos? Sempre tem né... Algumas musicas achei completamente desnecessárias e em alguns momentos não conseguimos entender o que o elenco está cantando. E me explica porque manter nomes completamente esquisitos dos personagens?? Cornélio, Barnabé, Ambrósio, Ermengarda entre outros... desnecessário.

Se você é estudante ou tem mais de 60 anos e paga meia entrada vale a pena conferir o espetáculo quando tiver com um tempo vago ou o cinema estiver lotado rsrs. Mas na boa, não vale o preço da Platéia e muito menos da inteira.

Esse musical já foi remontado na Broadway três vezes, além de ter inspirado um filme que Barbra Streisand (diiva!) participa com a direção de Gene Kelly, ganhando sete indicações ao Oscar. Acredito que tudo que é remontado muitas vezes, depois de um certo tempo perde a graça, fica meio "requentado".

Bem... pra quem não conhece a história:

Em 1890, Dolly é uma viúva "casamenteira" famosa que é contratada por um rico e mal-humorado comerciante do interior (Yonkers) para lhe arranjar uma esposa na cidade grande (Nova York). 
Ela apresenta-o a Irene, uma elegante dona de chapelaria, mas depois de muitas armações e confusões envolvendo os noivos e os empregados dele, quando todos se encontram na cidade grande, a própria Dolly tenta conquistar o bom partido.

Os críticos gostaram, os artistas gostaram, a grande maioria da platéia não aprovou (uma estrela), e você? 

A peça está em cartaz, de quinta a domingo com preços entre R$50 e R$190.

Cena Livre: Intocáveis


Não podemos deixar de comentar o filme que vai arrastando todos os públicos para o cinema. Seus diretores, Olivier Nakache e Éric Toledano, conseguiram fazer com que um filme francês fosse sucesso de bilheteria no mundo todo e se mantivesse em cartaz até agora.

O filme é sobre a história de Philippe (François Cluzet), um milionário que fica tetraplégico após um acidente. 
Com grande dificuldade de relacionamento com sua família, principalmente sua filha adolescente, convoca muitas vezes ao ano candidatos para a vaga de seu cuidador. Em uma dessas seleções conhece o rapaz senegalês e carismático Driss (Omar Sy). Assim, os dois, completamente diferentes mas ao mesmo tempo bem parecidos, constroem uma grande amizade, trazendo grandes descobertas e aventuras.




O filme fala de inúmeras dualidades, de forma simplista, como riqueza/ pobreza, negro/ branco, clássico/ moderno, drama/comédia e foge todo tempo do clima pesado que poderia ter. Ao longo das quase duas horas acerta em todas as piadas, sejam elas de políticas ou de raça, sem deixar ninguém ofendido.

O filme é baseado em uma história verdadeira, narrada pelo Philippe da vida real no livro O Segundo Suspiro (que já foi lançado no Brasil). A atuação impecável de Omar Sy o levou a ganhar um merecido César, o Oscar do 
cinema francês. Também podemos encontrar nas livrarias uma versão da história do enfermeiro Abdel Sellou, Você Mudou A Minha Vida.

Pra quem não viu ainda vale a pena conferir!!! 
=]

Os livros:

 



Juh Reis

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Entrevista: banda Sevenz

O UpArte adora abrir espaço para novas bandas, artistas etc. Então preparamos pra vocês uma entrevista com a banda Sevenz, para que vocês conheçam mais a história e música dos meninos.Dá uma lida ae.


Fonte: Facebook Sevenz
A banda Sevenz é de São Paulo, e tem um som mais alternativo pop, misturado com influências pop rock e indie. Formada no final de 2011, primeiramente como um projeto solo, logo se tornou uma banda no início de 2012 com a entrada de mais 2 integrantes. 

Lançaram em 2011 o EP Sonho, com 7 faixas inéditas. As musicas têm letras românticas e mensagens de liberdade e esperança, inspiradas em sons e imagens que vemos diariamente, mas que não percebemos. 

Fizemos uma entrevista com os meninos, que mesmo na correria de pré-produção de shows e gravações de novos materiais, foram super atenciosos. 



1. Como foi pra vocês tocar no mesmo evento que a Fresno? De onde veio a oportunidade? 

Bom, foi tudo muito maneiro, e tocar nesse evento, sendo banda de abertura da Fresno, que é uma das mais conceituadas do país, foi uma grande responsabilidade. Não só por fazer parte desse grande elenco de artistas, mas sim pela oportunidade em apresentar nosso som em uma cidade diferente. Foi a primeira vez que tocamos fora de casa, e queríamos ser recebidos da melhor forma, e fomos. O pessoal de Campinas/SP foi bem receptivo e saímos de lá com sorrisos de orelha a orelha hehe. 

Recebemos a oportunidade da nossa parceira Rise Rock, que é uma das grandes produtoras de eventos na capital, que fez esse show em Campinas e nos deu essa oportunidade. Gratidão! 

2. Vocês têm mais de mil seguidores no Facebook, e mais de 6 mil no Twitter. Em qual rede social a divulgação é melhor, e em qual delas vocês têm mais contato com os fãs? 

Bom, as redes sociais hoje em dia auxiliam bastante com o contato de ter pessoas distantes, mais próximas. Com a banda não é diferente! É maneiro ver os fãs da banda, e perceber que mais de 6 mil pessoas "de longe" conhecem e acompanham nossa arte via Twitter. Além disso, receber boas mensagens no Facebook diariamente de pessoas que vem a conhecer a banda por compartilhamentos de nossas imagens e novidades. 

Rola um equilíbrio entre as duas redes, e também contamos com nossas contas do Instagram, Tumblr e Youtube que também dão uma força na comunicação e divulgação para o pessoal. 

Fonte: Facebook Sevenz - Orion Club

3. Como vocês consideram o ambiente rock indie paulista? Acham que o rock vive mais em SP do que em outros lugares como Porto Alegre, ou Rio de Janeiro? 

Atualmente o cenário indie paulista está recheado de bons artistas e de muita cultura, mas por ser um cenário mais distinto acaba não recebendo o devido reconhecimento pela massa. Isso em São Paulo, e nas grandes capitais. 

Nossa primeira apresentação fora de São Paulo foi em Campinas/SP no mês passado, e essa "magia" de tocar em outra cidade nos surpreendeu. Esperamos visitar muitas cidades nos próximos meses! 

4. Quem são os grandes ídolos da banda, as inspirações para o tipo de som que vocês tocam? 

Admiramos vários artistas, desde o funk primórdio do Tim Maia e o MPB de Elis Regina, até as boas melodias do Country de John Mayer. Enfim, nossas inspirações são infinitas, pois cada um de nós tem influências diferentes, que por sinal é um ótimo aspecto. 

5. Qual a música que preferem tocar nos shows? 

Nós gostamos de tocar todas né (hahahaha), mas cada um tem uma canção preferida de tocar. Eu (Andy) gosto muito de tocar Coração; o Tuco já curte tocar a Continuar a Viver; e o Fê curte a Seu Sonho. Tocamos também em alguns shows um "mash up" de Coldplay e Paralamas do Sucesso que nós todos gostamos bastante. Ou seja, nos sentimos bem agradável no palco com nosso repertório hehehe.


Quem quiser saber mais sobre os meninos, ouvir música, seguir no Twitter, é só acessar os links aqui embaixo, ok?