segunda-feira, 12 de setembro de 2016

"Os Filhos dos Imortais - A Herança do Novo Mundo", Wallace Cavalcante

O post de hoje é da tag #novosautores, aquela galera que não tem espaço na mídia para divulgar seus livros, escritores que estão surgindo etc. O post de hoje é sobre o livro "Os Filhos dos Imortais - A Herança do Novo Mundo", do autor Wallace Cavalcante. Vamos à sinopse do livro?

Depois da batalha dos quatro Grandes Reinos, uma terra criada por magia chamada de O Novo Mundo vive em paz depois do confronto que ficou conhecido como A Grande Guerra. No entanto, um antigo inimigo retorna. Aldoran Cajado Reluzente irá ajudar os reis do Novo Mundo a encontrar o antigo dragão Born, que tem o poder de controlar os elementos da natureza e pode dar vida aos poderosos guerreiros conhecidos como Elementares, homens nascidos da água, fogo, do vento, e da terra. Aldoran acredita que Born pode salvar o mundo do mal que se aproxima.

Para saber mais sobre o autor, é só ir na página do Facebook aqui!

O livro está disponível no site da Amazon. Só clicar AQUI.

sábado, 10 de setembro de 2016

Lançamento: "Ilustre Poesia", Pedro Gabriel (Editora Intrínseca)


O novo livro do escritor Pedro Gabriel ("Eu me chamo Antônio") vem aí. E a Editoria Intrínseca fará um evento de lançamento aqui no Rio de Janeiro. 

Sobre o novo livro, "Ilustre Poesia":

Antônio é um personagem de um romance que ainda está para ser escrito e que, entre um chope e outro, despeja frases e desenhos em guardanapos no bar que frequenta. Desta vez, Antônio procura escapulir do confinamento nos quadradinhos de papel dos guardanapos e ganhar a liberdade. Ao mesmo tempo, Pedro Gabriel explora galáxias, as profundezas do mar e os confins da terra em textos de prosa poética que podem ser lidos como uma espécie de correspondência com o personagem. O senso de humor, a irreverência e o gosto pelos trocadilhos são compartilhados pelo personagem e seu poeta.

A relação entre Pedro Gabriel e Antônio começou há quatro anos no balcão do Café Lamas, um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro. Pedro costumava passar as noites tomando chope e escrevendo em guardanapos com caneta hidrográfica. Um belo dia, ocorreu-lhe a ideia de fotografar suas criações e compartilhá-las no Facebook. O sucesso foi imediato. Em poucos meses, ele havia se transformado numa verdadeira celebridade da internet.

Pedro Gabriel é autor da página "Eu me chamo Antônio", no Facebook e no Instagram, que reúne as divagações e os rabiscos de seu alter ego. Antônio pertence à ficção e conquistou mais de 1 milhão de seguidores na internet. Pedro, por sua vez, consolidou seu espaço na literatura com dois best-sellers: "Eu me chamo Antônio" (2013) e "Segundo" (2014). Em "Ilustre Poesia", seu terceiro livro, fantasia e realidade colidem. Criador e criatura dialogam por meio de palavras e ilustrações.

O lançamento (só clicar) será no Café Lamas (R. Marquês de Abrantes, 18 - Flamengo - RJ).
Dia: 12/setembro
Horário: 19h

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Novo livro de Stephenie Meyer: The Chemist

Depois da Saga Crepúsculo, A Hospedeira e Vida e Morte, já estávamos na expectativa pra saber se a autora Stephenie Meyer lançaria mais um livro. E não é que ele veio de surpresa?

The Chemist é o primeiro livro inédito da autora em 6 anos, e será lançado pela Editora Intrínseca em 15 de novembro, juntamente com o lançamento nos Estados Unidos. 

Resuminho: o livro é um thriller de suspense sobre uma ex-agente do governo norte-americano. Ela é perseguida por seus antigos empregadores, e precisa aceitar trabalhar em um novo caso para não só limpar seu nome, mas também salvar a própria vida. Porém, em meio à pior batalha que já enfrentou, a heroína se apaixona por um homem que pode complicar mais ainda suas chances de sobrevivência. Enquanto vê suas escolhas diminuírem rapidamente, deve usar seus talentos de formas nunca imaginadas por ela.

Com um resumo desses, já estamos na expectativa pra ver a histórias nas telonas do cinema. 

Que venha novembro! 

sábado, 30 de julho de 2016

O Musical Mamonas (Resenha)


Mais um musical pra nossa lista do ano! 2016 tá que tá! E mais uma resenha aqui no blog. Fim de semana passado fui assistir a peça O Musical Mamonas, que conta a história da banda Mamonas Assassinas (anteriormente chamada de Utopia), formada em Guarulhos em 1990. Os Mamonas fizeram um sucesso absurdo no Brasil, com seu rock "cômico", que tinha influências também do sertanejo, pagode, reggae e o vira português. A banda gravou apenas um álbum em 1995, que levava o nome do grupo. Em 1996 um acidente aéreo causou grande comoção em todo o país, ocasionando a morte de todos os integrantes dos Mamonas.

Vamos à resenha.

O início da peça, até engrenar na história mesmo, é muito lento. Encontramos os Mamonas no céu, onde são chamados pelo anjo Gabriel para contarem a sua história, mas não sabem de que forma fazer isso. Essa parte demora um tempo, que faz com que o ritmo da peça se atrase um pouco. Passado esse início, começa a história de como os integrantes se conheceram e a relação de cada um deles com a música. A partir daí, o ritmo já deu uma melhorada e o público já começa a ficar mais envolvido. 

Por se tratar de uma banda que tinha uma pegada crítica mas em forma de comédia, a peça se deixa levar pelo tom de brincadeira quase que 80% do tempo. Isso pode ser legal por fazer a peça ser divertida e engraçada, mas acho que deveriam ter tomado cuidado com o tom e quantidade. Algumas piadas pareceram um pouco forçadas, não aparentavam para mim ter um tom natural, tudo estava caricato demais. Acho que um pouco mais de leveza poderia ter tornado mais engraçado, o que não aconteceu. 


Foram feitas muitas piadas com a própria peça e com a montagem de um teatro musical, o que chega a ser engraçado. Até certo ponto. Depois cansa e perde a graça. No 1° ato foram feitas muitas piadas assim, e eu até gostei, mas no 2° ato, que geralmente é uma parte da peça de mais seriedade, clímax e fechamento, achei desnecessário. Já tinha passado o timing e o momento era outro. 

Não pensem que eu só tenho coisas ruins para falar da peça, não não não. A peça tem momentos ótimo também, e são bem positivos!

Se tem uma coisa que o teatro brasileiro (musical ou não) está fazendo de forma impecável nos últimos tempos é a caracterização dos personagens. Principalmente quando se trata de personalidades reais. Pude comprovar isso nos musicais do Tim Maia, da Cássia Eller, da Rita Lee entre outros. Você vê a banda se apresentando na sua frente, você revive aqueles momentos. O figurino, a semelhança dos atores, as vozes... Tudo nos faz voltar no tempo e ver os Mamonas Assassinas. A escolha do elenco foi primorosa e afiada. Os papeis principais são interpretados por: Ruy Brissac (Dinho), Yudi Tamashiro (Bento), Elcio Bonazzi (Samuel), Arthur Ienzura (Sérgio) e Adriano Tunes (Júlio). Destaque para Ruy Brissac, obviamente, que faz um Dinho muito real, com toda a sua energia no palco e na vida, e as mudanças na voz são idênticas. 

Um ponto foi decisivo para mim na peça, e acho que foi o que me fez gostar mais ainda da montagem (além de, claro, ouvir todas as músicas e cantar junto com os atores). Apesar de todos os elementos negativos da peça, é um espetáculo muito divertido, animado, que nos conta sobre a banda (coisas que eu não sabia antes de ver a peça) e nos envolve com as músicas. Todos sabemos o fim trágico que a banda teve, que interrompeu seu sucesso do nada. Nada melhor e mais justo do que a peça ter um final condizente. 

A peça termina de forma simples, nos poupando de reviver aquela tragédia e aquele drama que passamos em 1996. A forma com que o espetáculo termina foi perfeita, não foi sobrecarregada, e foi rápida como arrancar um band-aid para que não doa. Um grande parabéns à equipe por um final tão simples e que nos disse muito.

Quem ainda não foi ver a peça, corre, porque esse é último final de semana!

Theatro NET Rio
Rua Siqueira Campos, 143 - Copacabana
Sábado às 17h00 e 21h00
Domingo às 19h00

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Tudo O Que Há Flora (Resenha)


Teatro pequeno, poucos lugares, um palco "alto" (os atores não ficam no chão chão mesmo), e somente quatro atores. É assim a peça Tudo O Que Há Flora, em cartaz até dia 24 de julho (domingo) no CCBB-RJ.

Com toda a certeza, a sinopse da peça não entrega muito, e até simplifica tudo que vai se passar no palco nos 60min de peça. Flora (Leila Savary), uma dona de casa delicada repete um ritual diário antes do almoço: desde uma meticulosa arrumação da mesa até o uso do mesmo laquê, à espera de seu marido Armando (Jorge Medina). De repente, dois homens (Thiago Marinho e Lucas Drummond) invadem seu apartamento. Muitas discussões e revelações acontecem em meio à tensão da futura chegada do marido, o que leva Flora a um reencontro com o passado, que ela luta para esquecer. 

Simples, não? Não. 


foto:  Paulo Henrique Costa Blanca
O espetáculo traz uma construção complexa e cheia de joguinhos que nos fazem tentar encaixar as coisas (eu sem muito sucesso por um bom tempo). A cada cena e diálogo a história vai se embaralhando e saindo de uma narrativa comum. O texto de Luiza Prado (roteirista - Vai Que Cola) merece destaque: ele não deixa que o espectador simplesmente assista à peça, mas faz com que o público descubra coisas novas a cada minuto. 


Peça aprovadíssima, muito interessante, e a forma com que ela trata um assunto trágico e triste de forma tão cômica é bem diferente. Só depois que saí da peça que pensei: "Nossa, que triste...", pois as partes de comédia não me deixaram ter esse sentimento na hora do espetáculo. Ao longo da peça vamos nos dando conta de que nada é o que aparece, até o clímax e desfecho, que são surpreendentes. 

Cenário e figurinos são personagens à parte que dão um toque divertido à produção, tirando (somado ao texto) o caráter sério. Muitas palmas também para o elenco, que leva o texto bem amarradinho na ponta da língua e nos mostra uma ótima integração. Uma ótima estreia para a a Nossa! Cia de Atores.

Mais sobre a peça no link abaixo:

terça-feira, 19 de julho de 2016

Truque de Mestre: O 2º Ato

Fomos assistir ao segundo filme da franquia, Truque de Mestre: O 2º Ato. Um resumo rápido da história pra quem não sabe do que estamos falando (o que eu duvido, mas vamos lá).

Depois de enganarem o FBI no primeiro filme, os cavaleiros Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson) e Jack Wilder (Dave Franco) estão foragidos, seguem as ordens de Dylan Rhodes (Mark Ruffalo), que ainda está no FBI para impedir os avanços na procura dos próprios cavaleiros. Paralelo a isso, o grupo planeja um novo ato: desmascarar um jovem gênio da informática (Daniel Radcliffe), cujo novo lançamento coleta dados pessoais dos usuários. Mas, durante a revelação da farsa, os próprios cavaleiros são vítimas de um contragolpe, vindo de um inimigo desconhecido.

Nada que fuja muito do que já era esperado.

O primeiro filme, claro, tinha toda uma proposta de "mágicos do bem" + "ladrão que rouba ladrão", que junto com truques que nos faziam pensar em como aquilo foi feito, tornava tudo mais interessante. Era tudo novo, tudo surpresa. Mas nesse segundo filme, o público já tinha expectativas por conhecer o "esquema" do primeiro filme, como ele foi levado.


Com muitas cenas de ação, o filme não me cativou tanto quanto o primeiro. Claro, os truques e aparições e jogadas de mestre entre os cavaleiros são maravilhosos, nos deixam de boca aberta, são surpreendentes... Mas nada que não tivéssemos visto no primeiro longa. As reviravoltas são interessantes e acontecem em momentos precisos, mas também, nada que não imaginássemos que aconteceria, já que a proposta não foge da anterior. 


quinta-feira, 23 de junho de 2016

"Tudo o que há Flora"



A solidão e a incomunicabilidade estão cada vez mais presentes no mundo contemporâneo, mesmo em tempos de internet e redes sociais. A partir dessas questões, a Nossa! Cia. de Atores, dá vida ao espetáculo "Tudo o que há Flora", que estreou semana passada aqui no RJ, e fica em cartaz por 1 mês.

A peça começou a ser idealizada há dois anos por 3 amigos atores desde os tempos em que eram do Tablado. Eles formaram em 2013 o grupo teatral Nossa! Cia de Atores.


"A ideia veio depois da leitura do conto Dora, Uma Mulher Sem Sorte, do meu avô, o jornalista Théo Drummond, em 2014. Foi ali que começamos a pensar nessas questões e na possibilidade de realizar um projeto a respeito", revela Lucas Drummond. 

Flora é uma dona de casa que cumpre um ritual diário enquanto espera o marido para o almoço. O que poderia ser a história de amor de um casal feliz, aos poucos revela um lado sombrio. Para contar essa história, os três pensaram em seguir uma linha tragicômica. Em um cenário despojado, com poucos elementos cênicos, entre eles 3 cadeiras e 3 buracos no chão, por onde os personagens entram e saem e que levam a um porão repleto de eletrodomésticos, Flora (Leila Savary) repete um ritual diário antes do almoço, que vai desde a meticulosa arrumação da mesa até o uso do mesmo laquê, à espera de Armando (Jorge Medina), quando dois homens (Lucas Drummond e Thiago Marinho) invadem seu apartamento. Discussões e revelações acontecem em meio à tensão gerada pela iminente chegada do marido, levando Flora a um inevitável e doloroso reencontro com o passado que ela luta, em vão, para esquecer.

"Queríamos falar sobre como as pessoas conversam, mas não se escutam e muitas vezes vivem em uma aparente normalidade que nunca existiu, tentando esconder a solidão e suas imperfeições", resume Leila Savary.

Tudo o que Há flora
foto: Paulo Henrique Costa Blanca
Luiza Prado, roteirista de duas temporadas do seriado "Vai Que Cola" (Multishow), foi convidada para escrever o roteiro: "Direcionar a experiência que tive ao escrever roteiros que exigiam uma sólida estrutura foi, de fato, um facilitador e um norte quando me deparei com as incontáveis possibilidades de explorar no universo teatral a incomunicabilidade humana e as dimensões de personagens extremamente solitários."

Sobre o elenco:

Leila Savary -
Iniciou seus estudos teatrais aos 7 anos. Em seguida, entrou para O Tablado onde estudou por 12 anos. Após um período nos EUA estudando cinema, voltou ao teatro com Daniel Herz na sua turma de atores. Formada em Rádio e TV pela UFRJ e UCSD, Leila já atuou em diversas peças de teatro - a mais recente "O Pena Carioca", fez participações em séries de TV, curtas-metragens e foi apresentadora.

Lucas Drummond -É ator e jornalista formado pela UFRJ. Iniciou seus estudos artísticos aos 11 anos, no Tablado, e aos 18 estreou profissionalmente no teatro com o musical "GYPSY", de Charles Moeller e Claudio Botelho. Desde então, participou dos espetáculos "Um Violinista no Telhado", "Xanadu" e "Shrek – O Musical". Atualmente, integra o elenco de "O Menino das Marchinhas – Braguinha para crianças", de Diego Morais.

Thiago Marinho -
Estudante do curso de Teatro da Universidade Cândido Mendes, iniciou seu envolvimento com os palcos aos 11 anos no Tablado, e participou de seu primeiro trabalho profissional: "O Dragão Verde". Entre seus últimos trabalhos estão "O Auto da Compadecida", "O Despertar da Primavera", "Beatles num Céu de Diamantes" e "Elis, A Musical".

Jorge Medina -
Gaúcho de Porto Alegre, foi integrante da Cia. Escola de Teatro. Cursou a turma da CAL - Casa de Cultura de Laranjeiras de 1998. Suas principais peças de teatro foram: "Êxtase, uma história de Romeu e Julieta" e "A Glória de Nelson e Otelo da Mangueira". No cinema atuou em "Assalto ao Banco Central".

Tudo o que Há Flora
foto: Paulo Henrique Costa Blanca
CCBB RJ – Teatro III
Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
Horários: de quinta a domingo, às 19h30 (17 de junho a 24 de julho)

R$ 20,00 - inteira
R$ 10,00 - funcionários e clientes do BB, estudante, sênior acima de 60 anos, professor, PNE e usuários dos convênios Cartão Metrô recarregável, SESC, clube de assinantes O Globo, PUC e Clasp pagam meia-entrada, mediante apresentação de documento comprobatório.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

"Trono de Vidro", Sarah J. Maas (Galera Record)

Comprei o livro "Trono de Vidro", da autora Sarah J. Maas na última Bienal do Rio, mas só agora tive a oportunidade de realmente o pegar para ler. E preciso dizer a vocês que foi uma surpresa mais que agradável! Que leitura interessante e envolvente! Não houve nenhum momento em que pensei “Nossa. Isso tá parado. Não estou curtindo”. Não.

Agora, vamos ao que importa: "Trono de Vidro" é o primeiro livro da série homônima, que conta a história da assassina mais famosa de toda Adarlan, Celaena Sardothien. A jovem de apenas 18 anos caiu em uma emboscada e está cumprindo uma sentença na medonha Endovier, uma sombria e suja mina de sal. Porém, a sorte de Celaena muda ao ser presenteada com uma possível forma de evitar a morte. Caso ela aceite a proposta de Dorian Havillard, o príncipe herdeiro de Adarlan, ela irá representá-lo em uma competição onde terá que lutar com os outros 23 melhores guerreiros do reino.

O prêmio? Se Celaena ganhar, irá se tornará a campeã do rei e depois de 4 anos estará livre dos seus serviços e do seu passado. Seria uma oferta tentadora se o perverso rei que governa Adarlan, sentado em seu trono de vidro, não estivesse punindo impiedosamente os rebeldes, principalmente aqueles detentores de magia, coisa que é rara nos tempos atuais.

Ao aceitar a oferta, Celaena passa a morar no castelo sob os cuidados de Dorian e Chaol, capitão da guarda do rei. Enquanto o primeiro a provoca, o segundo a protege. O que Celaena não contava é que algo maligno e detentor de forças antigas e esquecidas vivesse no castelo, matando cada um dos competidores de formas terríveis. Quando a jovem percebe que pode ser a próxima a qualquer momento, se vê em uma batalha pela sobrevivência e a busca para desvendar a origem do mal. Antes que ele a destrua.

Camis Cunha