terça-feira, 19 de julho de 2016

Truque de Mestre: O 2º Ato

Fomos assistir ao segundo filme da franquia, Truque de Mestre: O 2º Ato. Um resumo rápido da história pra quem não sabe do que estamos falando (o que eu duvido, mas vamos lá).

Depois de enganarem o FBI no primeiro filme, os cavaleiros Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson) e Jack Wilder (Dave Franco) estão foragidos, seguem as ordens de Dylan Rhodes (Mark Ruffalo), que ainda está no FBI para impedir os avanços na procura dos próprios cavaleiros. Paralelo a isso, o grupo planeja um novo ato: desmascarar um jovem gênio da informática (Daniel Radcliffe), cujo novo lançamento coleta dados pessoais dos usuários. Mas, durante a revelação da farsa, os próprios cavaleiros são vítimas de um contragolpe, vindo de um inimigo desconhecido.

Nada que fuja muito do que já era esperado.

O primeiro filme, claro, tinha toda uma proposta de "mágicos do bem" + "ladrão que rouba ladrão", que junto com truques que nos faziam pensar em como aquilo foi feito, tornava tudo mais interessante. Era tudo novo, tudo surpresa. Mas nesse segundo filme, o público já tinha expectativas por conhecer o "esquema" do primeiro filme, como ele foi levado.


Com muitas cenas de ação, o filme não me cativou tanto quanto o primeiro. Claro, os truques e aparições e jogadas de mestre entre os cavaleiros são maravilhosos, nos deixam de boca aberta, são surpreendentes... Mas nada que não tivéssemos visto no primeiro longa. As reviravoltas são interessantes e acontecem em momentos precisos, mas também, nada que não imaginássemos que aconteceria, já que a proposta não foge da anterior. 


quinta-feira, 23 de junho de 2016

"Tudo o que há Flora"



A solidão e a incomunicabilidade estão cada vez mais presentes no mundo contemporâneo, mesmo em tempos de internet e redes sociais. A partir dessas questões, a Nossa! Cia. de Atores, dá vida ao espetáculo "Tudo o que há Flora", que estreou semana passada aqui no RJ, e fica em cartaz por 1 mês.

A peça começou a ser idealizada há dois anos por 3 amigos atores desde os tempos em que eram do Tablado. Eles formaram em 2013 o grupo teatral Nossa! Cia de Atores.


"A ideia veio depois da leitura do conto Dora, Uma Mulher Sem Sorte, do meu avô, o jornalista Théo Drummond, em 2014. Foi ali que começamos a pensar nessas questões e na possibilidade de realizar um projeto a respeito", revela Lucas Drummond. 

Flora é uma dona de casa que cumpre um ritual diário enquanto espera o marido para o almoço. O que poderia ser a história de amor de um casal feliz, aos poucos revela um lado sombrio. Para contar essa história, os três pensaram em seguir uma linha tragicômica. Em um cenário despojado, com poucos elementos cênicos, entre eles 3 cadeiras e 3 buracos no chão, por onde os personagens entram e saem e que levam a um porão repleto de eletrodomésticos, Flora (Leila Savary) repete um ritual diário antes do almoço, que vai desde a meticulosa arrumação da mesa até o uso do mesmo laquê, à espera de Armando (Jorge Medina), quando dois homens (Lucas Drummond e Thiago Marinho) invadem seu apartamento. Discussões e revelações acontecem em meio à tensão gerada pela iminente chegada do marido, levando Flora a um inevitável e doloroso reencontro com o passado que ela luta, em vão, para esquecer.

"Queríamos falar sobre como as pessoas conversam, mas não se escutam e muitas vezes vivem em uma aparente normalidade que nunca existiu, tentando esconder a solidão e suas imperfeições", resume Leila Savary.

Tudo o que Há flora
foto: Paulo Henrique Costa Blanca
Luiza Prado, roteirista de duas temporadas do seriado "Vai Que Cola" (Multishow), foi convidada para escrever o roteiro: "Direcionar a experiência que tive ao escrever roteiros que exigiam uma sólida estrutura foi, de fato, um facilitador e um norte quando me deparei com as incontáveis possibilidades de explorar no universo teatral a incomunicabilidade humana e as dimensões de personagens extremamente solitários."

Sobre o elenco:

Leila Savary -
Iniciou seus estudos teatrais aos 7 anos. Em seguida, entrou para O Tablado onde estudou por 12 anos. Após um período nos EUA estudando cinema, voltou ao teatro com Daniel Herz na sua turma de atores. Formada em Rádio e TV pela UFRJ e UCSD, Leila já atuou em diversas peças de teatro - a mais recente "O Pena Carioca", fez participações em séries de TV, curtas-metragens e foi apresentadora.

Lucas Drummond -É ator e jornalista formado pela UFRJ. Iniciou seus estudos artísticos aos 11 anos, no Tablado, e aos 18 estreou profissionalmente no teatro com o musical "GYPSY", de Charles Moeller e Claudio Botelho. Desde então, participou dos espetáculos "Um Violinista no Telhado", "Xanadu" e "Shrek – O Musical". Atualmente, integra o elenco de "O Menino das Marchinhas – Braguinha para crianças", de Diego Morais.

Thiago Marinho -
Estudante do curso de Teatro da Universidade Cândido Mendes, iniciou seu envolvimento com os palcos aos 11 anos no Tablado, e participou de seu primeiro trabalho profissional: "O Dragão Verde". Entre seus últimos trabalhos estão "O Auto da Compadecida", "O Despertar da Primavera", "Beatles num Céu de Diamantes" e "Elis, A Musical".

Jorge Medina -
Gaúcho de Porto Alegre, foi integrante da Cia. Escola de Teatro. Cursou a turma da CAL - Casa de Cultura de Laranjeiras de 1998. Suas principais peças de teatro foram: "Êxtase, uma história de Romeu e Julieta" e "A Glória de Nelson e Otelo da Mangueira". No cinema atuou em "Assalto ao Banco Central".

Tudo o que Há Flora
foto: Paulo Henrique Costa Blanca
CCBB RJ – Teatro III
Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
Horários: de quinta a domingo, às 19h30 (17 de junho a 24 de julho)

R$ 20,00 - inteira
R$ 10,00 - funcionários e clientes do BB, estudante, sênior acima de 60 anos, professor, PNE e usuários dos convênios Cartão Metrô recarregável, SESC, clube de assinantes O Globo, PUC e Clasp pagam meia-entrada, mediante apresentação de documento comprobatório.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

"Trono de Vidro", Sarah J. Maas (Galera Record)

Comprei o livro "Trono de Vidro", da autora Sarah J. Maas na última Bienal do Rio, mas só agora tive a oportunidade de realmente o pegar para ler. E preciso dizer a vocês que foi uma surpresa mais que agradável! Que leitura interessante e envolvente! Não houve nenhum momento em que pensei “Nossa. Isso tá parado. Não estou curtindo”. Não.

Agora, vamos ao que importa: "Trono de Vidro" é o primeiro livro da série homônima, que conta a história da assassina mais famosa de toda Adarlan, Celaena Sardothien. A jovem de apenas 18 anos caiu em uma emboscada e está cumprindo uma sentença na medonha Endovier, uma sombria e suja mina de sal. Porém, a sorte de Celaena muda ao ser presenteada com uma possível forma de evitar a morte. Caso ela aceite a proposta de Dorian Havillard, o príncipe herdeiro de Adarlan, ela irá representá-lo em uma competição onde terá que lutar com os outros 23 melhores guerreiros do reino.

O prêmio? Se Celaena ganhar, irá se tornará a campeã do rei e depois de 4 anos estará livre dos seus serviços e do seu passado. Seria uma oferta tentadora se o perverso rei que governa Adarlan, sentado em seu trono de vidro, não estivesse punindo impiedosamente os rebeldes, principalmente aqueles detentores de magia, coisa que é rara nos tempos atuais.

Ao aceitar a oferta, Celaena passa a morar no castelo sob os cuidados de Dorian e Chaol, capitão da guarda do rei. Enquanto o primeiro a provoca, o segundo a protege. O que Celaena não contava é que algo maligno e detentor de forças antigas e esquecidas vivesse no castelo, matando cada um dos competidores de formas terríveis. Quando a jovem percebe que pode ser a próxima a qualquer momento, se vê em uma batalha pela sobrevivência e a busca para desvendar a origem do mal. Antes que ele a destrua.

Camis Cunha

sábado, 11 de junho de 2016

"Casa de Bonecas"


Dica para esse final de semana: o texto clássico do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen com versão do diretor argentino Daniel Veronese, e considerado um dos mais importantes da cena teatral internacional contemporânea está em cartaz no Rio de Janeiro. 

A montagem é produzida pela Cia. Movimento Carioca de Teatro e está sendo protagonizada pelo casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo. Também fazem parte do elenco  Anna Sant’Ana, Regina Sampaio e Leandro Baumgratz. 

Com uma releitura contemporânea que questiona e desafia as propostas do texto original escrito há mais de 120 anos, "Casa de Bonecas" é um drama familiar com o qual Ibsen intencionou mostrar o cotidiano de uma família burguesa da época. Porém, o autor questionou as convenções sociais do casamento e do papel da mulher na sociedade, provocando um choque no contexto social e comportamental do final do século XIX.

Na época, diante das tentativas de emancipação feminina, foi uma peça revolucionária, com grande repercussão entre feministas, causando grandes discussões em toda Europa. Houve censuras violentas lançadas contra a personagem principal, Nora, pois a época não perdoou seu abandono da casa e dos filhos.


Nessa montagem, o espetáculo ganha novo fôlego diante das atuais discussões sobre o feminismo. O diretor propõe um diálogo com o texto original, mas acentua questões para que a obra fique ainda mais provocativa e atual.

Os figurinos, a iluminação e a trilha sonora tem um ar minimalista, colocando os conflitos, os dramas e a relação familiar em destaque. Daniel Veronese aposta no encontro texto/ator/plateia, em um cenário que traz o público para “dentro da casa”, incluído nas discussões, risos, provocações, dores e emoções das personagens. 

A montagem fica em cartaz só mais esse fim de semana (até dia 12 de junho).

Centro Cultural da Justiça Federal – CCJF
Av. Rio Branco, 241 – Centro (em frente metrô Cinelândia)
R$ 40,00

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Lançamento: "Desvendando", Deoclécio Henrique Correia (A Estrebaria - Artes)

Sobre o livro:
As mulheres não escreveram a história da humanidade. Elas foram deixadas em segundo plano e foram subjugadas a aceitar-se como a causa de todos os males. É o que Jane, uma mulher empenhada em defender as causas femininas no mundo quer mostrar através do seu programa: "Desvendando". Joana e Lara são amigas, prestes a se separarem devido a uma mudança nos planos da família de Joana. Fãs do programa de Jane, decidem passar o pouco tempo que lhes resta juntas, assistindo ao programa. Mas o menino morto tem outros planos para Joana... Planos que revelarão algo que ela jamais poderia imaginar.

Sobre o autor:
Deoclécio Henrique Correia começou a escrever antes dos 15 anos. Influenciado pelos programas e filmes da televisão e romances policiais que lia, seus primeiros ensaios foram de humor, inventando personagens e um estilo bastante incomuns. Essa experiência trouxe leveza e clareza para escrever depois romances e obras mais filosóficas e com temáticas sobre as injustiças sociais e a natureza. "Quando escrevemos expomos o que somos, o que estamos pensando. E o que pensamos é importante? Pensar é mais importante do que agir e falar. Eu sei que escrever, para mim é como pensar. A única maneira de revelar quem realmente sou."


sexta-feira, 20 de maio de 2016

Entrevistando: Sweeney Todd - montagem da CAL


Fomos conferir a montagem da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) da peça "Sweeney Todd". Já conhecíamos o musical e a expectativa estava nas alturas. Aprovamos a montagem, está excelente: tanto a forma como a história é contada quanto as músicas. Entrevistamos o elenco da peça sobre a montagem e outras questões a respeito dos musicais no Brasil.

A ideia de fazer a montagem de "Sweeney Todd" foi da escola de teatro CAL ou partiu dos próprios alunos?
Vitor Louzada (assistente de direção, interpreta o Tobias): A ideia de fazer "Sweeney Todd", assim como todas as outras montagens do curso Mergulho no Musical, parte dos professores do próprio curso. O diretor Menelick de Carvalho e a supervisora geral Mirna Rubim analisam os alunos e decidem qual pode ser a melhor peça para o material humano que se tem. A montagem do musical é o terceiro módulo do curso Mergulho no Musical e somente os alunos que já passaram pelos cursos Livre e Avançado podem fazer a audição pra fazer a peça.

O que foi levado em conta no processo de fazer as versões das músicas? Como foi o processo de tradução e adaptação das letras?
Vitor Louzada: Versionar uma música, especialmente de teatro musical é um processo muito difícil e complicado, uma vez que no musical a música nada mais é do que texto, diálogo entre os personagens. Então tudo o que é dito é extremamente importante. Na hora de trazer para o português precisa se ater ao máximo ao sentido da peça, para se contar de fato aquela história. Além disso deve se preocupar com métrica (o número de sílabas e notas da música original), prosódia (as sílabas tônicas das palavras em português), a poesia da música (todas as figuras de linguagem como aliterações, jogos de palavras e metáforas) e logicamente as rimas. Se tratando de um musical de Stephen Sondheim isso se torna mais complicado porque ele é famoso por suas letras rápidas com muitos jogos de palavra e muitas rimas. As versões foram divididas entre Menelick de Carvalho o diretor da peça e eu.



Quais foram as inspirações para a montagem e composição dos personagens: as peças de teatro ou também foi levado em conta o filme dirigido por Tim Burton?

Natália Seiblitz (interpreta a Dona Lovett): O processo de criação de personagens foi feito após uma pesquisa dividida entre o elenco, que se transformou em um ciclo de seminários para todos, sobre: o período histórico da peça, as penny dreadfuls (publicação na qual surgiu a estória de Sweeney Todd), os “monstros vitorianos” (Jackie o Estripador, Frankenstein, Vampiros...), as peças de teatro e filmes produzidos sobre Sweeney Todd e o tema bastante polêmico presente na peça, canibalismo. Quando começamos o processo já havíamos passado por essa semana de imersão no universo da estória, que é extremamente rico e diverso. Então nos alimentamos e digerimos tudo o que encontramos sobre o assunto. É claro que as peças anteriores e filmes (incluindo o do Tim Burton) nos deram bastante material para construção dos personagens, mas creio que foi uma mistura de todo esse conhecimento e o mergulho nesse universo que proporcionou mais riqueza na criação dos personagens. Eu, particularmente, gosto de me apropriar de um universo e não de apenas uma obra para a criação do personagem. Pesquisei muitas imagens da época em que se passa a história, encontrei diversas possíveis “Dona Lovett”, os filmes também apresentam variáveis da personagem. Porém, há elementos na figura dessa mulher que estão presentes na maioria das adaptações que existem. Ela é uma mulher extremamente solitária (aliás, a solidão é um elemento muito forte nessa estória), carente (nunca foi verdadeiramente amada), tem um forte lado materno que nunca pode realizar, já sofreu muito na vida (como a grande maioria da classe trabalhadora da Londres Vitoriana) e cada dia para ela é uma batalha, que ela enfrenta sem medo, é matar ou morrer. Além disso, é uma mulher simples e prática, busca soluções para sobreviver dentro desse mundo. Há também constantemente a ligação dela com a imagem de “bruxa” na peça inteira, e o fato de ela morrer queimada com certeza não é por acaso, essa ligação nos faz pensar e refletir sobre os pontos de vista de cada um. Afinal, seria ela vilã ou apenas uma pessoa que por amar demais (sem retorno) e tentar sobreviver em um “mundo cão” acabou não medindo esforços e nem moralidades para tentar ser feliz.

Vocês acham que o público brasileiro de musicais ainda é muito restrito? 
Natália Seiblitz: Já avançamos bastante com relação a isso, mas com certeza ainda é bastante restrito. A maioria do público ainda é de "amantes de musicais" ou praticantes. Há sim um grande crescimento do interesse do público em geral por peças musicais, acredito que devido à propagação de peças musicais que vêm acontecendo durante os últimos anos. Mas ainda existe muito preconceito por parte da própria classe artística, de acharem que musical é "só um enlatado americano sem conteúdo artístico". Com certeza existem alguns que realmente são, mas, felizmente, quanto mais o teatro musical vem conquistando espaço, mais pesquisa e aprimoramento do estilo vão acontecendo e com isso a qualidade e a valorização da peça de teatro musical ganha um novo patamar. Espero que nos próximos anos essas barreiras de preconceito possam ser quebradas, afinal de contas, teatro é teatro, e se a música ou a dança podem ser elementos que agregam valor à história a ser contada, por que não usá-las?

Existe alguma previsão para a próxima montagem?
Vitor Louzada: No calendário do curso Mergulho no Musical geralmente a montagem acontece logo no início do ano, tendo audições em janeiro e ensaiando 4 meses para estrear em abril. Qualquer aluno que já tenha passado por um Mergulho no musical livre e um Mergulho no musical avançado pode se inscrever. Novas turmas livres intensivas (1 semana) abrem em todo período de férias. E a cada início de semestre abrem a turma livre de semestre (4 meses) e a turma avançada.

Se você gosta de musical, de suspense, romance, intrigas, não deixe de conferir a montagem da CAL. É só até esse final de semana, com mais 4 apresentações. E é de graça!

CAL - R. Rumânia, 44, Laranjeiras
Sábado e domingo, sessões às 16h e às 20h (as senhas serão distribuídas 1h antes).

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Novidades sobre a adaptação de "Extraordinário"

Extraordinário Livro
Confirmado! Jacob Tremblay ("O Quarto de Jack") e Julia Roberts ("Álbum de Família") darão vida aos personagens Auggie e Isabel Pullman, na adaptação para o cinema do livro "Extraordinário".
Atores Jacob Tremblay e Julia Roberts

A direção fica por conta de Stephen Chbosky ("Rent: Os Boêmios", "As Vantagens de Ser Invisível") e roteiro de Steve Conrad ("À Procura da Felicidade"). Mas a data de estreia ainda não está prevista.

"Extraordinário" é a história de um garoto, Auggie Pullman, que nasceu com uma deformidade no rosto e encara o desafio de ir para a escola pela primeira vez. Apesar de ser um livro muito comovente, a história é bem leve e descontraída, e nos encantamos por Auggie, que apesar das dificuldades causa um grande impacto na vida dos amigos, da família e dos leitores.

Agora é só aguardar mais novidades, porque já estamos ansiosos!

quinta-feira, 14 de abril de 2016

"Uma Pergunta Por Dia" (Intrínseca)

Quem trabalha e estuda (assim como eu), sabe como é ter um dia agitado e turbulento. Não é fácil acordar as 6h todo dia, sair às 7h30 pra faculdade e ficar lá até 13h, correr pra chegar no trabalho às 14h e almoçar correndo, sair dele às 20h (e ir pra academia alguns dias) e ainda ter que estudar pro dia seguinte. Ufa. Cansei só de lembrar tudo isso. Uma das coisas que me ajuda nessa correria é escrever: seja num "journal", palavras soltas pelos cadernos, frases de músicas, qualquer coisa. 

Uma dica de um livro que me ajuda a extravasar a correria do dia-a-dia é o "Uma Pergunta Por Dia". O livro nos convida a anotar, registrar, desabafar e refletir respostas para as mais variadas perguntas, desde as mais simples até as mais complexas.

Cada página é um dia do ano, dividida em cinco espaços para respostas, uma para cada ano (ao longo de, obviamente, cinco anos). Com o passar dos anos, vamos voltando às mesmas páginas e encontrando pensamentos de um, dois, três anos atrás.
 
É um ótimo exercício de reflexão e análise de quem já fomos e como mudamos com o passar do tempo.