segunda-feira, 20 de junho de 2016

"Trono de Vidro", Sarah J. Maas (Galera Record)

Comprei o livro "Trono de Vidro", da autora Sarah J. Maas na última Bienal do Rio, mas só agora tive a oportunidade de realmente o pegar para ler. E preciso dizer a vocês que foi uma surpresa mais que agradável! Que leitura interessante e envolvente! Não houve nenhum momento em que pensei “Nossa. Isso tá parado. Não estou curtindo”. Não.

Agora, vamos ao que importa: "Trono de Vidro" é o primeiro livro da série homônima, que conta a história da assassina mais famosa de toda Adarlan, Celaena Sardothien. A jovem de apenas 18 anos caiu em uma emboscada e está cumprindo uma sentença na medonha Endovier, uma sombria e suja mina de sal. Porém, a sorte de Celaena muda ao ser presenteada com uma possível forma de evitar a morte. Caso ela aceite a proposta de Dorian Havillard, o príncipe herdeiro de Adarlan, ela irá representá-lo em uma competição onde terá que lutar com os outros 23 melhores guerreiros do reino.

O prêmio? Se Celaena ganhar, irá se tornará a campeã do rei e depois de 4 anos estará livre dos seus serviços e do seu passado. Seria uma oferta tentadora se o perverso rei que governa Adarlan, sentado em seu trono de vidro, não estivesse punindo impiedosamente os rebeldes, principalmente aqueles detentores de magia, coisa que é rara nos tempos atuais.

Ao aceitar a oferta, Celaena passa a morar no castelo sob os cuidados de Dorian e Chaol, capitão da guarda do rei. Enquanto o primeiro a provoca, o segundo a protege. O que Celaena não contava é que algo maligno e detentor de forças antigas e esquecidas vivesse no castelo, matando cada um dos competidores de formas terríveis. Quando a jovem percebe que pode ser a próxima a qualquer momento, se vê em uma batalha pela sobrevivência e a busca para desvendar a origem do mal. Antes que ele a destrua.

Camis Cunha

sábado, 11 de junho de 2016

"Casa de Bonecas"


Dica para esse final de semana: o texto clássico do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen com versão do diretor argentino Daniel Veronese, e considerado um dos mais importantes da cena teatral internacional contemporânea está em cartaz no Rio de Janeiro. 

A montagem é produzida pela Cia. Movimento Carioca de Teatro e está sendo protagonizada pelo casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo. Também fazem parte do elenco  Anna Sant’Ana, Regina Sampaio e Leandro Baumgratz. 

Com uma releitura contemporânea que questiona e desafia as propostas do texto original escrito há mais de 120 anos, "Casa de Bonecas" é um drama familiar com o qual Ibsen intencionou mostrar o cotidiano de uma família burguesa da época. Porém, o autor questionou as convenções sociais do casamento e do papel da mulher na sociedade, provocando um choque no contexto social e comportamental do final do século XIX.

Na época, diante das tentativas de emancipação feminina, foi uma peça revolucionária, com grande repercussão entre feministas, causando grandes discussões em toda Europa. Houve censuras violentas lançadas contra a personagem principal, Nora, pois a época não perdoou seu abandono da casa e dos filhos.


Nessa montagem, o espetáculo ganha novo fôlego diante das atuais discussões sobre o feminismo. O diretor propõe um diálogo com o texto original, mas acentua questões para que a obra fique ainda mais provocativa e atual.

Os figurinos, a iluminação e a trilha sonora tem um ar minimalista, colocando os conflitos, os dramas e a relação familiar em destaque. Daniel Veronese aposta no encontro texto/ator/plateia, em um cenário que traz o público para “dentro da casa”, incluído nas discussões, risos, provocações, dores e emoções das personagens. 

A montagem fica em cartaz só mais esse fim de semana (até dia 12 de junho).

Centro Cultural da Justiça Federal – CCJF
Av. Rio Branco, 241 – Centro (em frente metrô Cinelândia)
R$ 40,00

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Lançamento: "Desvendando", Deoclécio Henrique Correia (A Estrebaria - Artes)

Sobre o livro:
As mulheres não escreveram a história da humanidade. Elas foram deixadas em segundo plano e foram subjugadas a aceitar-se como a causa de todos os males. É o que Jane, uma mulher empenhada em defender as causas femininas no mundo quer mostrar através do seu programa: "Desvendando". Joana e Lara são amigas, prestes a se separarem devido a uma mudança nos planos da família de Joana. Fãs do programa de Jane, decidem passar o pouco tempo que lhes resta juntas, assistindo ao programa. Mas o menino morto tem outros planos para Joana... Planos que revelarão algo que ela jamais poderia imaginar.

Sobre o autor:
Deoclécio Henrique Correia começou a escrever antes dos 15 anos. Influenciado pelos programas e filmes da televisão e romances policiais que lia, seus primeiros ensaios foram de humor, inventando personagens e um estilo bastante incomuns. Essa experiência trouxe leveza e clareza para escrever depois romances e obras mais filosóficas e com temáticas sobre as injustiças sociais e a natureza. "Quando escrevemos expomos o que somos, o que estamos pensando. E o que pensamos é importante? Pensar é mais importante do que agir e falar. Eu sei que escrever, para mim é como pensar. A única maneira de revelar quem realmente sou."


sexta-feira, 20 de maio de 2016

Entrevistando: Sweeney Todd - montagem da CAL


Fomos conferir a montagem da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) da peça "Sweeney Todd". Já conhecíamos o musical e a expectativa estava nas alturas. Aprovamos a montagem, está excelente: tanto a forma como a história é contada quanto as músicas. Entrevistamos o elenco da peça sobre a montagem e outras questões a respeito dos musicais no Brasil.

A ideia de fazer a montagem de "Sweeney Todd" foi da escola de teatro CAL ou partiu dos próprios alunos?
Vitor Louzada (assistente de direção, interpreta o Tobias): A ideia de fazer "Sweeney Todd", assim como todas as outras montagens do curso Mergulho no Musical, parte dos professores do próprio curso. O diretor Menelick de Carvalho e a supervisora geral Mirna Rubim analisam os alunos e decidem qual pode ser a melhor peça para o material humano que se tem. A montagem do musical é o terceiro módulo do curso Mergulho no Musical e somente os alunos que já passaram pelos cursos Livre e Avançado podem fazer a audição pra fazer a peça.

O que foi levado em conta no processo de fazer as versões das músicas? Como foi o processo de tradução e adaptação das letras?
Vitor Louzada: Versionar uma música, especialmente de teatro musical é um processo muito difícil e complicado, uma vez que no musical a música nada mais é do que texto, diálogo entre os personagens. Então tudo o que é dito é extremamente importante. Na hora de trazer para o português precisa se ater ao máximo ao sentido da peça, para se contar de fato aquela história. Além disso deve se preocupar com métrica (o número de sílabas e notas da música original), prosódia (as sílabas tônicas das palavras em português), a poesia da música (todas as figuras de linguagem como aliterações, jogos de palavras e metáforas) e logicamente as rimas. Se tratando de um musical de Stephen Sondheim isso se torna mais complicado porque ele é famoso por suas letras rápidas com muitos jogos de palavra e muitas rimas. As versões foram divididas entre Menelick de Carvalho o diretor da peça e eu.



Quais foram as inspirações para a montagem e composição dos personagens: as peças de teatro ou também foi levado em conta o filme dirigido por Tim Burton?

Natália Seiblitz (interpreta a Dona Lovett): O processo de criação de personagens foi feito após uma pesquisa dividida entre o elenco, que se transformou em um ciclo de seminários para todos, sobre: o período histórico da peça, as penny dreadfuls (publicação na qual surgiu a estória de Sweeney Todd), os “monstros vitorianos” (Jackie o Estripador, Frankenstein, Vampiros...), as peças de teatro e filmes produzidos sobre Sweeney Todd e o tema bastante polêmico presente na peça, canibalismo. Quando começamos o processo já havíamos passado por essa semana de imersão no universo da estória, que é extremamente rico e diverso. Então nos alimentamos e digerimos tudo o que encontramos sobre o assunto. É claro que as peças anteriores e filmes (incluindo o do Tim Burton) nos deram bastante material para construção dos personagens, mas creio que foi uma mistura de todo esse conhecimento e o mergulho nesse universo que proporcionou mais riqueza na criação dos personagens. Eu, particularmente, gosto de me apropriar de um universo e não de apenas uma obra para a criação do personagem. Pesquisei muitas imagens da época em que se passa a história, encontrei diversas possíveis “Dona Lovett”, os filmes também apresentam variáveis da personagem. Porém, há elementos na figura dessa mulher que estão presentes na maioria das adaptações que existem. Ela é uma mulher extremamente solitária (aliás, a solidão é um elemento muito forte nessa estória), carente (nunca foi verdadeiramente amada), tem um forte lado materno que nunca pode realizar, já sofreu muito na vida (como a grande maioria da classe trabalhadora da Londres Vitoriana) e cada dia para ela é uma batalha, que ela enfrenta sem medo, é matar ou morrer. Além disso, é uma mulher simples e prática, busca soluções para sobreviver dentro desse mundo. Há também constantemente a ligação dela com a imagem de “bruxa” na peça inteira, e o fato de ela morrer queimada com certeza não é por acaso, essa ligação nos faz pensar e refletir sobre os pontos de vista de cada um. Afinal, seria ela vilã ou apenas uma pessoa que por amar demais (sem retorno) e tentar sobreviver em um “mundo cão” acabou não medindo esforços e nem moralidades para tentar ser feliz.

Vocês acham que o público brasileiro de musicais ainda é muito restrito? 
Natália Seiblitz: Já avançamos bastante com relação a isso, mas com certeza ainda é bastante restrito. A maioria do público ainda é de "amantes de musicais" ou praticantes. Há sim um grande crescimento do interesse do público em geral por peças musicais, acredito que devido à propagação de peças musicais que vêm acontecendo durante os últimos anos. Mas ainda existe muito preconceito por parte da própria classe artística, de acharem que musical é "só um enlatado americano sem conteúdo artístico". Com certeza existem alguns que realmente são, mas, felizmente, quanto mais o teatro musical vem conquistando espaço, mais pesquisa e aprimoramento do estilo vão acontecendo e com isso a qualidade e a valorização da peça de teatro musical ganha um novo patamar. Espero que nos próximos anos essas barreiras de preconceito possam ser quebradas, afinal de contas, teatro é teatro, e se a música ou a dança podem ser elementos que agregam valor à história a ser contada, por que não usá-las?

Existe alguma previsão para a próxima montagem?
Vitor Louzada: No calendário do curso Mergulho no Musical geralmente a montagem acontece logo no início do ano, tendo audições em janeiro e ensaiando 4 meses para estrear em abril. Qualquer aluno que já tenha passado por um Mergulho no musical livre e um Mergulho no musical avançado pode se inscrever. Novas turmas livres intensivas (1 semana) abrem em todo período de férias. E a cada início de semestre abrem a turma livre de semestre (4 meses) e a turma avançada.

Se você gosta de musical, de suspense, romance, intrigas, não deixe de conferir a montagem da CAL. É só até esse final de semana, com mais 4 apresentações. E é de graça!

CAL - R. Rumânia, 44, Laranjeiras
Sábado e domingo, sessões às 16h e às 20h (as senhas serão distribuídas 1h antes).

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Novidades sobre a adaptação de "Extraordinário"

Extraordinário Livro
Confirmado! Jacob Tremblay ("O Quarto de Jack") e Julia Roberts ("Álbum de Família") darão vida aos personagens Auggie e Isabel Pullman, na adaptação para o cinema do livro "Extraordinário".
Atores Jacob Tremblay e Julia Roberts

A direção fica por conta de Stephen Chbosky ("Rent: Os Boêmios", "As Vantagens de Ser Invisível") e roteiro de Steve Conrad ("À Procura da Felicidade"). Mas a data de estreia ainda não está prevista.

"Extraordinário" é a história de um garoto, Auggie Pullman, que nasceu com uma deformidade no rosto e encara o desafio de ir para a escola pela primeira vez. Apesar de ser um livro muito comovente, a história é bem leve e descontraída, e nos encantamos por Auggie, que apesar das dificuldades causa um grande impacto na vida dos amigos, da família e dos leitores.

Agora é só aguardar mais novidades, porque já estamos ansiosos!

quinta-feira, 14 de abril de 2016

"Uma Pergunta Por Dia" (Intrínseca)

Quem trabalha e estuda (assim como eu), sabe como é ter um dia agitado e turbulento. Não é fácil acordar as 6h todo dia, sair às 7h30 pra faculdade e ficar lá até 13h, correr pra chegar no trabalho às 14h e almoçar correndo, sair dele às 20h (e ir pra academia alguns dias) e ainda ter que estudar pro dia seguinte. Ufa. Cansei só de lembrar tudo isso. Uma das coisas que me ajuda nessa correria é escrever: seja num "journal", palavras soltas pelos cadernos, frases de músicas, qualquer coisa. 

Uma dica de um livro que me ajuda a extravasar a correria do dia-a-dia é o "Uma Pergunta Por Dia". O livro nos convida a anotar, registrar, desabafar e refletir respostas para as mais variadas perguntas, desde as mais simples até as mais complexas.

Cada página é um dia do ano, dividida em cinco espaços para respostas, uma para cada ano (ao longo de, obviamente, cinco anos). Com o passar dos anos, vamos voltando às mesmas páginas e encontrando pensamentos de um, dois, três anos atrás.
 
É um ótimo exercício de reflexão e análise de quem já fomos e como mudamos com o passar do tempo. 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

"Quando Você Chegar", Thaise Santos (A Estrebaria - Artes)

Hoje vou começar uma nova coluna aqui no blog dedicada a novos autores, pra galera que não tem tanto espaço na mídia pra divulgar seus trabalhos.
O post de hoje fica por conta da autora Thaise Santos, que publica seu livro "Quando Você Chegar", pela editora A Estrebaria - Artes.

Resumo:
Victória Ayres era uma moça simples, até encontrar o jovem perfumista Arthur Roux. Juntos eles ingressam em uma incrível história de amor, que pode ser abalada por segredos obscuros da família Roux. Neste romance repleto de intrigas e revelações, Victória descobrirá o mal que o método mais utilizado no mundo para evitar a gravidez pode causar, afinal como proteger-se, quando aquilo que te "protege", te mata? Poderá Victória sair ilesa de todas as ocasiões propícias para a sua morte? Poderá Arthur Roux protegê-la?


Sobre a autora:
Thaise Santos nasceu no bairro da Lapa, na cidade de São Paulo e sempre gostou de escrever. Atualmente mora com o marido Deoclécio e suas quatro cachorrinhas Lora, Faísca, Serena & Cherie.


(Book trailer)


sexta-feira, 1 de abril de 2016

"Wicked" (Brasil)



Posso me considerar a louca dos musicais: amo, assisto sempre que posso (seja filme ou quando viajo e vejo peças) e muitas vezes assisto mais de uma vez (vide "O Despertar da Primavera", 6x, "Beatles Num Céu de Diamantes, 3x, e "Cássia Eller - O Musical", 2x - pensando numa terceira ainda esse ano, quem sabe...). Resolvi ir pra São Paulo no feriado da Páscoa para assistir ao "Wicked" (ÓBVIO!). Já tinha visto duas vezes na Broadway em Nova York, e quando soube que ia ter uma produção brasileira, não pensei duas vezes e me organizei para viajar (não ia dar mole como fiz com "o Rei Leão", que não veio pro RJ e não assisti).

Com 5 produções pelo mundo (Nova York, Londres, Austrália, uma turnê pelo Reino Unido e outra nos EUA), foi a vez dos brasileiros terem a chance de se encantar com as bruxas Elphaba e Glinda. 

Pra você que não sabe do que se trata "Wicked" (coisa que eu duvido, mas vamos lá), aqui vai um resuminho:

  • "Muito antes de Dorothy chegar, duas outras garotas se conheceram na Terra de Oz. Elphaba, nascida com a pele cor verde-esmeralda, é esperta, ardente e incompreendida. Glinda é belíssima, ambiciosa e muito popular. Essa megaprodução, que faz rir e chorar, traz à tona os segredos que levam Elphaba a se tornar uma bruxa “má” e Glinda a ganhar a simpatia dos habitantes da Cidade das Esmeraldas. WICKED, por meio de números e performances surpreendentes, mostra que toda história tem diversos pontos de vista e que ser diferente faz de você alguém único e extraordinário."

Confesso que fui pra peça com o pé beeeeem atrás. Por ter assistido duas vezes a produção original na Broadway, rolou aquele medinho de a produção não estar bem feita, as versões das músicas não agradarem, algumas notas (vocês sabem do que estou falando... "Defying Gravity") não serem alcançadas. A bem da verdade é que quebrei feio minha cara. A produção está espetacular! Vamos aos elogios por partes:

Elphaba (Myra Ruiz) - nossa bruxa verde está no ponto. A atriz participou das produções de "Nine", "Fame", Shrek - O Musical" e "In The Heights". Estava morrendo de medo de "Defying Gravity" não ter as notas alcançadas. Minhas expectativas (que era bem altas) foram superadas: ela canta muito! Não deixou nada a desejar nem na interpretações e nem na voz. O figurino é lindo, a maquiagem, tudo está exatamente igual. 





Glinda (Fabi Bang) - nunca tinha visto nada com ela. A atriz fez "O Fantasma da Ópera", "A Família Addams", "Miss Saigon", "A Bela e a Fera", "Evita", "Cabaret" e "Kiss Me Kate". Só musical top né? Daí já pra ter uma ideia do talento que ela tem. E só me bateru o arrependimento de não ter visto seus trabalhos anteriores. Ela pegou todo o espírito da Glinda, o timing da comédia, está tudo no ponto exato. Dei boas risadas e me emocionei muito. E que voz! Fiquei surpresa!

Fiyero (Jonatas Faro / André Loddi) - também nunca tinha visto nada com o Jonatas Faro (em musicais, não na TV), só com o André Loddi (ahhh saudades do "Despertar da Primavera"). Estava bem receosa, mas confesso que gostei da atuação de Jonatas. Os dois atores revezam o papel do galã da peça, e a minha sessão foi com Faro (Loddi fez o Fiyero na sessão das 16h).

É óbvio que amei, que assistiria novamente, mas ir pra SP não é exatamente ir até a esquina: custa caro. E os ingressos não são os mais baratos. Então... Acho que ficarei com essa vez só mesmo. Quem sabe? 

A peça é encantadora, a produção está perfeita, me emocionei em todas (sim, eu disse todas) as músicas. As versões estão muito bem adaptadas, as piadas e trocadilhos também. A química entre os atores é inegável. A única coisa que falhou no dia que fui, foi logo na 1º ato, assim que começa a peça. Glinda entra no palco pela 1ª vez voando em uma bolha, e soube que na sessão anterior a minha, a bolha falhou e não deu tempo de consertar. Mas isso não impediu que a sessão fosse boa. Na verdade, a peça está tão incrível que só no final, quando a Elphaba faz uma piada sobre a bolha da Glinda que eu reparei que não tinha tido. Recomendo a todos! Se você não mora em São Paulo, de verdade, escolhe um feriado e vai! Porque valeu cada centavo que eu gastei.

A peça fica em cartaz até julho (de acordo com a simulações de venda no site da Ticket For Fun).

Ah, e claro que no final da peça eu esperei os atores pra tirar foto né? Eles são muito atenciosos, lindíssimos (Myra ainda estava com um pouco de maquiagem verde no rosto.. Um restinho de Elphaba pra mim), e simpáticos. 


Ah, e eu não ia perder a oportunidade de ter meu programa da peça assinado por eles né? (O programa de luxo ainda não está sendo vendido na lojinha do teatro).



Gabi Giglio